quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Conspiração Diabólica : Ditador Venezuelano planeja encarcerar Maria Corina

Maria Corina


CARACAS — A ex-deputada da oposição venezuelana, María Corina Machado, foi intimada a comparecer em um tribunal no próximo dia 3 de dezembro para entregar sua declaração à investigação sobre uma suposta tentativa de assassinato do presidente Nicolás Maduro.

María Corina publicou em sua conta no Twitter o pedido do Ministério Público, que exige sua presença neste dia, às 10 horas da manhã.

A ex-deputada foi mencionada em uma investigação pelo governo por um suposto plano para desestabilizar o país e atentar contra a vida do presidente venezuelano, afirmam veículos de mídia do país.

Entre os nomes envolvidos na investigação está o do ex-representante da Venezuela na ONU, Diego Arria. O Ministério Público venezuelano investiga a suposta tentativa de assassinato do presidente desde março, após uma denúncia apresentada por vários membros da Assembleia Nacional.




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CFM repudia campanha do MS sobre o racismo


Conselho Federal de Medicina (CFM)


O Conselho Federal de Medicina (CFM) critica, em nota, o tom da campanha publicitária lançada recentemente pelo Ministério da Saúde para tratar do racismo no Sistema Único de Saúde (CFM). Para a autarquia, a campanha desconsidera os problemas estruturais do SUS, como o financiamento limitado, o fechamento de leito, a falta de insumos e medicamento e a ausência de uma política de recursos humanos.



CFM repudia campanha do governo sobre o racismo

Qui, 27 de Novembro de 2014 16:58

O Conselho Federal de Medicina (CFM) repudia, em nota, o tom da campanha publicitária lançada recentemente pelo Ministério da Saúde para tratar do racismo no Sistema Único de Saúde (CFM). Para a autarquia, a campanha desconsidera os problemas estruturais do SUS, como o financiamento limitado, o fechamento de leitos, a falta de insumos e medicamento e a ausência de uma política de recursos humanos.

“São essas as causas do mau atendimento para a população, não importando questões de gênero, classe social ou etnia”, defende a nota. O texto argumenta ainda que o Código de Ética Médica já estabelece a não discriminação por razões vinculadas à herança genética. Leia a nota abaixo.

NOTA À SOCIEDADE


O Conselho Federal de Medicina (CFM) – em nome dos 400 mil médicos brasileiros – repudia o tom racista de campanha lançada pelo Ministério da Saúde, que desconsidera os problemas estruturais de atendimento que afetam toda a população.

Os médicos são contra qualquer tipo de preconceito na assistência a pacientes nas redes pública e privada. O Código de Ética Médica em vigor já estabelece que os médicos devem zelar para que “as pessoas não sejam discriminadas por nenhuma razão vinculada à herança genética, protegendo-as em sua dignidade, identidade e integridade”.

Por outro lado, o CFM reitera sua preocupação com as condições de trabalho e de atendimento oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), o qual tem sido penalizado pelo financiamento limitado, fechamento de leitos, falta de insumos e medicamentos, e ausência de uma política de recursos humanos. Na verdade, são essas as causas do mau atendimento para a população no SUS, não importando questões de gênero, classe social ou etnia.

É tarefa dos gestores de todas as esferas – federal, estadual e municipal – tomarem providências para resolver estas questões, cujo enfrentamento efetivo contribuirá, sem dúvida, para melhorar a qualidade da assistência e reduzir os indicadores de mortalidade e morbidade.

Sem a adoção de medidas contra esses problemas, os pacientes que recorrem à rede pública continuarão a ser testemunhar o desrespeito aos princípios constitucionais do SUS (universalidade, equidade, integralidade), o que configura uma agressão aos direitos individuais e coletivos e à dignidade humana.



CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
Brasília, 27 de novembro de 2014

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Morte por febre maculosa em Rio Claro



O paciente, do sexo masculino, tinha 46 anos e foi atendido na rede privada de saúde. O falecimento foi registrado no dia 25 de outubro.



A Vigilância Epidemiológica de Rio Claro confirmou na tarde desta segunda-feira, 24, um óbito por febre maculosa no município. Vítima tinha 46 anos e possivelmente foi contaminada na região da Mata Negra, onde foi pescar







Amostras de sangue foram enviadas para o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e o resultado, apresentado no final da tarde de quarta-feira, véspera do feriado prolongado, confirmou o diagnóstico.

O possível local de contaminação fica próximo da zona rural da Mata Negra, onde o paciente foi pescar. No local existem muitas capivaras, que são animais hospedeiros do carrapato-estrela, transmissor da doença.

A Vigilância Epidemiológica orienta para que as pessoas tomem os cuidados necessários ao frequentarem locais em que haja a presença de animais hospedeiros do carrapato-estrela.
guiarioclaro
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Casos de brucelose tiveram origem no consumo de queijos produzidos de forma artesanal

Portugal: Pelo menos 13 pessoas foram infectadas com brucelose em Baião, no distrito do Porto, sendo que 4 delas estão internadas, conforme a Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN).
Treze casos de brucelose confirmados em Portugal

Segundo a mesma fonte, 2 doentes foram internados no hospital de Santo António e os outros 2 no hospital de S. João. "Até ao final da tarde divulgaremos um comunicado com mais informações", afirmou.

Entretanto, a autarquia de Baião garante que o foco deste caso de brucelose já está "controlado", continuando a acompanhar de perto os casos da doença. "Pelo que tenho conhecimento neste momento, é um foco controlado em Baião. Os casos de brucelose tiveram origem no consumo de queijos produzidos de forma artesanal. Já foi identificado o local e o período em que foram ingeridos".
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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Anvisa alerta sobre presença de fungo no produto probiótico ABC Dophilus Powder


ABC Dophilus Powder

A Anvisa alerta os consumidores sobre a constatação da presença do fungo Rhizopus oryzaeno probiótico ABC Dophilus Powder, fabricado pela empresa norte-americana Solgar Inc. O produto não apresenta registro sanitário no Brasil, mas, eventualmente, pode ter sido importado para uso pessoal.

A Gerência-Geral de Alimentos da Anvisa recebeu uma notificação emitida pela Autoridade de Segurança Alimentar da Irlanda (FSA) sobre recall do produto ABC Dophilus Powder 49,6g, fabricado pela empresa norte-americana Solgar Inc. de Leonia, New Jersey.


O motivo do recall foi a detecção do fungo Rhizopus oryzae nos lotes 074024-01R1, 074024-01 e 074024-02 do produto, todos com data de validade referente a julho/2015. A situação dos outros lotes é desconhecida. O fungo Rhizopus oryzae pode provocar uma rara infecção, principalmente em crianças prematuras ou que apresentem o sistema imunológico debilitado. Esta rara infecção também pode ocorrer em pessoas que apresentam diabetes não controlado, câncer, problemas cutâneos, entre outros. Nos EUA, houve um caso de óbito de criança prematura que fazia o uso do referido produto como parte do tratamento.


O produto ABC Dophilus Powder é um probiótico formulado com B Lactis, S thermophilus e L rhamnosus, e não se encontra registrado no Brasil.


Apesar de ter sido distribuído somente para os EUA, Reino Unido e Israel, o produto estava disponível para compra pela internet. Por se tratar de um produto comercializado internacionalmente por meio de uma ampla gama de canais de distribuição, a Anvisa recomenda aos consumidores brasileiros que não façam o uso do produto Solgar ABC Dophilus Powder 49,6g.


Mais informações podem ser encontradas em:
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“Félix Báez” ressoa como uma campanha midiática de Cuba

Entra em jogo o filho do médico cubano infectado com Ebola e enviado a Genebra para  tratamento e recuperação.




A máquina de propaganda do regime em Havana nunca descansa. Agora está focada em seu desejado levantamento do embargo dos Estados Unidos e da aliança com este país para enfrentar o Ebola, na África Ocidental.

Médicos cubanos são treinados com bonecos no Instituto de Medicina Tropical para combater o Ebola na África.
Ela já conseguiu que a mídia internacional mostrasse Cuba como  exemplo na colaboração internacional contra a pandemia. Entre esses meios,o El País, um jornal tão influente no mundo hispânico intitulou: "Cuba se coloca na linha da frente na luta contra o Ebola".


O leitor pouco informado poderia pensar que é um mérito  um país tão pequeno, e com tão poucos recursos, consiga enviar equipes de médicos para países afetados em igualdade a nações tão poderosas como o próprio Estados Unidos. O filão do vinho caiu como luva na mão do presidente Raúl Castro, ocupado na busca de uma aproximação diplomática com o seu vizinho do norte, sem ao menos ter dentro da própria ilha sinais de melhoria dos direitos humanos e de um respeito a seus dissidentes.


Pelas manobras que começaram nos últimos meses, parece que o tempo está se esgotando para o  regime de Havana. Sem sequer insinuar a saída para o caso de Alan Gross, um empreiteiro norte-americano preso em Cuba, e com a campanha por seus espiões presos nos Estados Unidos esgotada, agora o Ebola, questão muito sensível,  vem para o governo como anel no dedo.



O que não disse a imprensa  tão influente como o El País, ou pelo menos não relacionou com  louvor o envio de médicos cubanos para a África ,é que na ilha os profissionais de saúde  não se alistam voluntariamente, mas sob coação, subliminar ou expressa.


Primeiro foi a notícia do envio de médicos cubanos  para Serra Leoa, Guiné e Libéria. Agora, o contágio de um dos seus enviados, precisamente um profissional que tem servido ao governo como suporte contra a dissidência interna.


Os nomes dos primeiros infectados com Ebola fizeram eco na imprensa mundial. Sem olhar em demasia, vem à mente o caso da enfermeira espanhola Teresa Romero, já recuperada e em casa. Como o governo cubano poderia perder essa oportunidade e não ter um nome próprio reverberando nas redes de informação?Ele  não perdeu, e já o tem.

Embora pareça cruel e incompreensível,não seria muito tolo em pensar que para o regime de Castro é conveniente o contágio com ebola de um dos seus médicos . Dr. Felix Baez passou à categoria de herói e seu nome logo alcançou as grandes manchetes na imprensa oficial. Talvez, como tem sido o costume em Cuba,  poderiam inaugurar uma escola ou qualquer centro público usando o seu nome.

É um jogo político tão antigo quanto a história dessa ditadura. Hoje, os comunicadores do regime começaram a informar nas redes sociais sobre a carta do filho do médico com ebola,chamado de  Alejandro  que foi devidamente publicada pelo site da internet Castrista CubaDebate.



Já aconteceu com Elián, a criança barqueiro. Em seguida, aconteceu o inverso: o pai falou ao mundo ao lado do governo de Havana.


Agora, a mesa está posta novamente para degustação. Resta saber se haverá ou não repatriação do  médico. Por enquanto, ele foi enviado a Genebra, Suíça, em avião dos EUA.

Editado e traduzido pelo Blog Alagoas Real.
Se copiar é obrigatório citar a fonte original,e o Blog Alagoas Real,com seus links anexos!
“Félix Báez” suena a campaña mediática

Jorge Ignacio Pérez
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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Intercambistas do Mais Médicos não têm autorização legal para a prática de atos médicos fora do âmbito do Programa

Intercambistas do Mais Médicos não têm  autorização legal para a prática de atos médicos fora do âmbito do Programa


DESPACHO SEJUR N.º 343/2014
(Aprovado em Reunião de Diretoria em 23/09/2014)
Expediente nº: 7442/2014


Assunto: Documento da Coordenação Geral de Perícias Médicas da Previdência Social.
Documento produzido por médicos intercambistas.


Relatório.
Trata-se de ofício nº 224/14, do Presidente do CREMERJ, no qual encaminha “documento da Coordenação Geral de Perícias Médicas da Previdência Social, onde é ratificado o entendimento da Diretoria de Benefícios de que o documento médico produzidopor médicos intercambistas, assim como estabelecidos na Lei nº 12.871/13, possa ser aceito para fins de cumprimento das Ações Civis Públicas.”

A Presidência do CREMERJ anexa ao seu ofício parecer da Comissão Disciplinadora de Pareceres do CREMERJ e pede providências do CFM. O senhor Presidente do CFM solicita do SEJUR análise e parecer.


Análise Jurídica.

Iniciamos destacando a redação do art. 16 e seus parágrafos da Lei 12.871/2013: Art. 16. O médico intercambista exercerá a Medicina exclusivamente no âmbito das atividades de ensino, pesquisa e extensão do Projeto Mais Médicos para o Brasil, dispensada, para tal fim, nos 3 (três) primeiros anos de participação, a revalidação de seu diploma nos termos do § 2º do art. 48 da Lei nº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996. (Vide Decreto nº 8.126, de 2013)

§ 1º (VETADO).
§ 2º A participação do médico intercambista no Projeto Mais Médicos para o Brasil, atestada pela coordenação do Projeto, é condição necessária e suficiente para o exercício da Medicina no âmbito do Projeto Mais Médicos para o Brasil, não sendo aplicável o art. 17 da Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957.
§ 3º O Ministério da Saúde emitirá número de registro único para cada médico intercambista participante do Projeto Mais Médicos para o Brasil e a respectiva carteira de identificação, que o habilitará para o exercício da Medicina nos termos do § 2º.
§ 4º A coordenação do Projeto comunicará ao Conselho Regional de Medicina (CRM) que jurisdicionar na área de atuação a relação de médicos intercambistas participantes do Projeto Mais Médicos para o Brasil e os respectivos números de registro único. § 5º O médico intercambista estará sujeito à fiscalização pelo CRM (gn).



Da leitura dos dispositivos legais acima transcritos, tem-se que a prática da medicina pelos participantes do Programa Mais Médicos, mediante o Registro Único no Ministério da Saúde (RMS), está limitada ao âmbito do Programa instituído pela lei de referência.
Assim também dispõe o art. 2º do Decreto 8.126/2013, in verbis: “O médico intercambista exercerá a medicina exclusivamente no âmbito do Projeto Mais Médicos para o Brasil, na forma do disposto no art. 16 da Lei nº 12.871, de 2013”.

Diante desta quadra normativa, verifica-se que o citado documento da Coordenação Geral de Perícias Médicas da Previdência Social, que ratifica o entendimento da Diretoria de Benefícios de que “o documento médico produzido por médicos intercambistas, assim estabelecidos pela Lei nº 12.871/13, possa ser aceito para fins de cumprimento das referidas ACP’s” não encontra amparo legal.

É sempre importante registrar que na esteira da Lei 12.871/2013, mais precisamente com estofo no §5º do seu art. 16, cabe aos CRM’s fiscalizar se os atos praticados pelos integrantes do Mais Médicos estão efetivamente adstritos ao âmbito do respectivo Programa.


Conclusão.

O SEJUR corrobora o entendimento segundo o qual “documentos como atestado médico, declaração de óbito, prescrição de medicamentos e solicitação de exames devem ser assinados por médico, devidamente habilitado e registrado no Conselho de Medicina da jurisdição onde atua.”

Por outro lado, os intercambistas participantes do Programa Mais Médicos não têm autorização legal para a prática de atos médicos fora do âmbito do Programa. Em especial na ausência de um médico supervisor.

É o que nos parece, s.m.j.
Brasília-DF, 19 de setembro de 2014.
Antonio Carlos Nunes de Oliveira
Assessor Jurídico
De acordo:
José Alejandro Bullón

Chefe do SEJUR

SGAS 915 Lote 72 | CEP: 70390-150 | Brasília-DF | FONE: (61) 3445 5900 | FAX: (61) 3346 0231| http://www.portalmedico.org.br
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domingo, 23 de novembro de 2014

A 100 km de Maceió tem início a área pestígena de Alagoas

A peste foi introduzida no Brasil em 1899 pelo porto de Santos-SP, e os primeiros casos ocorreram em outubro, devidamente documentados por Vital Brasil e Oswaldo Cruz.

Foco de Peste do Agreste: Chapada da Borborema, estendendo-se do Rio Grande do Norte a Alagoas
Agreste : Área Pestígena  de Alagoas - Manual de Vigilância e Controle da Peste
Alagoas : Área Pestígena



Portos de entrada da Peste no Brasil em 1899  a 1914
Portos de entrada da Peste no Brasil em 1899  a 1914


A peste foi introduzida no Brasil em 1899 pelo porto de Santos-SP, e os primeiros casos ocorreram em outubro, devidamente documentados por Vital Brasil e Oswaldo Cruz. A partir daí, a zoonose disseminou-se pelo país: portos do Rio de Janeiro e de Fortaleza, em 1900; de Pernambuco e do Rio Grande do Sul, em 1902; do Pará e Maranhão, em 1903; da Bahia, em 1904; do Paraná, Espírito Santo e Sergipe, em 1906; da Paraíba, em 1912 e de Alagoas, em 1914, pelo sertão
Mapa da peste no Brasil
Mapa da peste no Brasil

Manual completo aqui

Fonte:MS


Veja também:


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24 maio 2011 ... A peste continua sendo um risco potencial em diversas partes do mundo, devido à persistência da infecção em roedores silvestres e ao seu ...


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