sábado, 18 de abril de 2015

EBSERH PERSEGUE MÉDICOS DO HU DE ALAGOAS

 EBSERH PERSEGUE MÉDICOS DO HU

EBSERH PERSEGUE MÉDICOS DO HU

A Organização Social EBSERH, gestora terceirizada do Hospital Universitário da Ufal, está perseguindo os médicos que são servidores públicos federais, contratados através de concurso público e com muitos anos de serviços. Muito antes da chegada da gestora terceirizada no hospital, os médicos já tinham definidas suas escalas de trabalho, possibilitando a conciliação com outros compromissos profissionais. Aproveitando-se da determinação judicial para implantação do ponto eletrônico com identificação biométrica, a OS resolveu mexer nos horários dos profissionais, impondo a presença diária de todos os profissionais a partir do fracionamento da carga horária. Por conta disso, muitos médicos estão antecipando a aposentadoria, enquanto outros pretendem pedir licença sem vencimentos ou mesmo demissão do cargo público.

“Nós não somos contra o ponto eletrônico. Mas para um médico é impossível se manter num único emprego, pois o salário que recebe é muito baixo. A União não paga o piso nacional de R$ 12 mil para o médico com carga horária de 20 horas semanais. Então, porque exigir que o médico, para cumprir essas 20 horas, trabalhe quatro horas por dia, durante toda a semana, inviabilizando que ele mantenha outro vínculo? O sistema de plantão não vem dando certo há décadas? Por que mudar? Desde que o médico cumpra suas 20 ou 40 horas em regime de plantões de 24, 12 ou 6 horas, isso é perfeitamente viável. E nada impede que em cada entrada e cada saída desses plantões ele bata o ponto eletrônico, para comprovar seu comparecimento e cumprimento de carga horária”, defendeu o presidente do SINMED, Wellington Galvão.

Diariamente chegam ao sindicato reclamações de médicos que se dizem prejudicados pelas mudanças de horários no HU. O SINMED defende a manutenção do sistema anterior, de plantões, que é um direito dos profissionais até pela habitualidade. Muitos cumprem seus plantões nos mesmos dias da semana e horários há uma década ou mais. Caso as mudanças não sejam revertidas e as antecipações de aposentadorias, licenças e afastamentos se concretizem existe o risco de o HU ter que reduzir seus serviços por falta de médicos. Na próxima quarta-feira, o presidente do SINMED se reunirá com o diretor do HU, médico Paulo Teixeira, para discutir esse assunto e reforçar que o ponto eletrônico pode até ser cobrado para confirmação do cumprimento da carga horária, mas que os horários de trabalho estabelecidos há anos não precisam ser mexidos.



Além da reunião com o diretor do hospital, o SINMED também já estuda ingressar com uma ação judicial contra a EBSERH, a exemplo do que já foi feito pelo Sindicato dos Médicos de Pernambuco, pelos mesmos motivos. O SINMED também questiona o fato de a medida atingir apenas os médicos do HU, não chegando a todos os órgãos públicos federais e todas as categorias de servidores. A determinação para implantação do ponto eletrônico com identificação biométrica no HU partiu do juiz federal Raimundo Alves de Campos Júnior, da 13ª Vara Federal da Justiça Federal Seccional de Alagoas, no processo Nº 0004788.54.2011.4.5.8000. Mas até onde o Sindicato sabe, a finalidade do ponto é a fiscalização da assiduidade e cumprimento da carga horária. Impor horários que inviabilizam a vida profissional dos médicos é perseguição da EBSERH à categoria.
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SINMED lamenta perda do Dr. José Medeiros


Dr. José Medeiros

SINMED lamenta perda do Dr. José Medeiros

O falecimento do médico, político, escritor e acadêmico Dr. José Medeiros, na última semana, enlutou não apenas familiares e amigos próximos, mas toda a sociedade alagoana e a classe médica em particular, pelo exemplo de homem e profissional.



A diretoria, funcionários e associados do SINMED compartilham com a família do Dr. José Medeiros seu sentimento de pesar e a certeza de que o ilustre médico foi chamado para cumprir importantes missões no plano superior.
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Sinmed AL : Nova Diretoria tomará posse em junho

Nova Diretoria tomará posse em junho


Nova Diretoria tomará posse em junho

Eleita na última segunda-feira, com expressiva votação dos médicos sindicalizados, a nova diretoria do SINMED para o triênio 2015/2018 tomará posse em junho – em data ainda a ser confirmada. 

Wellington Moura Galvão permanecerá como presidente à frente da diretoria, que passou por uma renovação em torno de 60% de seus integrantes. Mais enxuta, a chapa obedeceu aos novos critérios de formação impostos pelo Ministério do Trabalho.



O compromisso do sindicato continua focado na melhoria da vida dos médicos, com lutas voltadas para melhores condições de trabalho e de salários.
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Protesto do MBL leva milhares à orla



Protesto do MBL leva milhares à orla
Protesto do MBL leva milhares à orla

O SINMED parabeniza à coordenação estadual do Movimento Brasil Livre que, mais uma vez, levou milhares de pessoas à orla de Maceió para protestar contra os desmandos do governo federal e pedir mudanças.

Pacífico, ordeiro e democrático, o ato público de último domingo (12) reuniu integrantes de vários setores, profissionais de todas as áreas, empresários, estudantes, gente de todas as idades, famílias inteiras. Todos interessados em mudanças que tornem o Brasil um País melhor e mais justo. 



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domingo, 5 de abril de 2015

Dr. Niceas Gusmão explica sobre traumas dos membros superiores - MANUS


MANUS - Nossas mãos a serviço das suas.




MANUS - Nossas mãos a serviço das suas.


O que é a Cirurgia da Mão?

A cirurgia da mão nasceu para simplificar definitivamente o tratamento das patologias do membro superior. O especialista em cirurgia da mão domina as áreas de ortopedia e traumatologia, cirurgia plástica, neurocirurgia periférica e cirurgia vascular, e as direcionam para o tratamento das patologias do membro superior.

As patologias podem ser atraumáticas (tratamento de doenças que cursam sem antecedentes de trauma e têm como sintomas mais comuns a“dormência ou formigamento” nas mãos, dedos que travam, dores articulares, tumores, cistos dentre outros; e traumáticas, estas estão representadas pelas fraturas, luxações, lesões de tendões, de nervos, lesões cutâneas extensas, lacerações, traumas complexos que envolvam todos os tecidos, dentre outros traumas.


Até o meio do século XX , era necessário um aglomerado de especialistas para tratar um trauma de membro superior. Após a segunda grande guerra, surgiu a figura de um único cirurgião que encerra em si o domínio de todas as especialidades direcionadas apenas para tratamento do segmento do membro superior.

Certifique-se da qualificação e credenciais do especialista antes de tomar qualquer decisão com relação a sua patologia; o cirurgião de mão tem necessariamente que ser um membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão. Em caso de dúvidas, consulte o site cirurgiadamao.org.br (nele há informações sobre a especialidade, quem somos e onde estamos).

MANUS - Nossas mãos a serviço das suas



Dr.Niceas Gusmão

Dr. NICEAS DA SILVA GUSMÃO FILHO
ORTOPEDISTA e TRAUMATOLOGISTA
CIRURGIA DA MÃO
CRM-AL 3788


Especialista em ortopedia e traumatologia pelo Hospital Sarah Kubitschek , Brasília-DF;

Especialista em cirurgia da mão pelo Hospital Belo Horizonte - MG;

Membro titular da sociedade brasileira de ortopedia e traumatologia;

Membro titular da sociedade brasileira de Cirurgia da Mão.

(CIRURGIÃO DE MÃO DOS HOSPITAIS ARTHUR RAMOS, ORTOCLÍNICA E HGE-AL)

Direitos dos pacientes




Paciente, o tratamento com especialista que não faz parte seu plano de saúde é um direito que lhe assiste; saiba como exercê-lo.
É direito de todo paciente escolher seu médico, estabelecer com ele uma relação de empatia e confiança; afinal de contas, trata-se da manutenção da saúde de seu maior bem - seu corpo e sua mente. 

A resolução normativa da ANVISA - RN 259°- ANS, em seu capítulo II, dispõe sobre a ausência de médico de determinada especialidade de que necessita o paciente em sua operadora de saúde, orientando-o a se tratar com especialista não credenciado dentro de sua área de abrangência geográfica, e realizar o reembolso integral referente aos honorários de consulta e procedimento invasivo que por ventura tenha sido realizado. Na ausência em sua área de abrangência geográfica (município ou mesmo estado) do especialista requerido, fica obrigada a operadora a fornecer transporte e realização de consulta fora de domicilio. 

Então, na ausência do especialista no quadro de médicos da operadora, o paciente apenas adianta com seus próprios recursos os honorários do especialista, e de pronto deverá ser reembolsado por seu plano de saúde. Dessa forma, não haverá necessidade de sair de sua cidade, de abdicar da conveniência de ter seus familiares próximos, e abrir mão de tratar-se com o médico de sua confiança. A questão principal ainda não reside nos argumentos previamente citados, mas sim na dúvida que diz respeito à qualidade, presteza e garantia do pós-operatório que será fornecido pelo profissional que se encontra no estado vizinho. Havendo persistência da dor, surgimento de hematoma, sinais de infecção da ferida operatória ou qualquer problema semelhante, a quem recorrerá o paciente? A um médico de unidade de emergência que não tem idéia do que foi realizado? 

Bem, trata-se de “um aparente quadro de corte de custos, às custas do sacrifício do paciente – ainda que o mesmo não saiba”. 

Assim, salientamos que o paciente tem o direito inalienável de tratar-se com o médico que desejar. A lei resguarda esses direitos, e o não cumprimento pela operadora configura clara infração da mesma, de forma que o paciente só deverá ser tratado fora do domicílio se assim o quiser. 


Faça valer os seus direitos.



Leia mais no Blog Alagoas Real sobre o médico Dr. Niceas Filho  aqui

Dr. Niceas Gusmão explica sobre traumas dos membros superiores (entrevista a TV Gazeta) -          Aqui

MANUS CLÍNICA :http://www.manusmaceio.com.br/index.html
Facebook Dr. Niceas Gusmão Filho https://www.facebook.com/profile.php?id=100009514564370&fref=ts

HARMONY TRADE CENTER

Sala 502
Rua Doutor José Afonso de Melo, 118
Jatiúca, Maceió-AL
Fone: (82) 3025-0001
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segunda-feira, 30 de março de 2015

Rio Largo abandona saúde em situação caótica



Rio Largo abandona saúde em situação caótica

É desesperadora a situação de caos e de abandono da rede pública de saúde no município de Rio Largo. O prefeito e a secretária da saúde de lá parecem rezar pela mesma cartilha dos gestores da capital. Eles simplesmente ignoram o setor.

Médicos e população sofrem com a completa falta de estrutura dos postos, que estão com toda sorte de problemas físicos e, ainda, desaparelhados e desabastecidos. Faltam até medicamentos básicos. Sem falar na falta de médicos, já que muitos deixaram Rio Largo devido à baixa remuneração e falta de condições éticas de trabalho.
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Penedo corta gratificação e salário cai para 35%

sinmed penedo


Penedo corta gratificação e salário cai para 35%

A Secretaria de Saúde de Penedo cortou a gratificação dos médicos do PSF, reduzindo de R$ 8.500,00 para R$ 3.000,00 a remuneração da categoria. A medida pegou a todos de surpresa, principalmente por ser ilegal e injustificada. O dinheiro que paga a gratificação é repassado pelo Ministério da Saúde justamente com essa finalidade, e não pode ser desviado.

Na semana que inicia, o SINMED vai até Penedo conversar com os gestores e tentar reverter essa situação. Quanto aos médicos, eles já se preparam para paralisar as atividades e até deixar o município, caso o corte não seja revisto de imediato.
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BUROCRACIA NA FARMEX EXPÕE PACIENTES AO RISCO DE MORTE


sinmed alagoas

É um tipo de assassinato perpetrado pelo Estado brasileiro da forma mais covarde que existe”. A frase do médico neurologista Fernando Tenório Gameleira refere-se à consequência principal da burocracia imposta pelo Ministério da Saúde e Farmácia de Medicamentos Excepcionais (FARMEX) para a liberação de medicamentos de alto custo aos pacientes portadores de doenças incuráveis. E também expressa sua revolta com a decisão da FARMEX-AL de passar a cumprir à risca o que está escrito no Formulário de Renovação Trimestral de Remédios, segundo determinação do MS. Desse documento constam 30 campos inúteis a serem preenchidos pelo médico, quando bastaria apenas que se fizesse uma receita.

Entre as exigências a serem repetidas a cada três meses no preenchimento do formulário estão descrever a anamnese, citar as alterações laboratoriais significativas e os tratamentos prévios. “Essas medidas burocratizantes visam desmoralizar o trabalho médico e não consideram os graves riscos impostos aos pacientes. As energias e o raciocínio do médico devem estar voltados para diagnosticar e tratar corretamente os pacientes. Às vezes, a diferença na maneira como os pacientes exteriorizam um mal-estar inespecífico ou uma ‘virose’ é muito parecida com uma meningite fulminante, que pode matar o paciente em poucas horas. Mas a dupla MS-FARMEX tripudia de situações tão graves e desvia a energia produtiva dos médicos para preencher formulários idiotas”, critica o especialista.

E é assim, transformando médicos em agentes administrativos, que se chega à consequência principal dessa burocracia: a morte dos pacientes, que terminam tendo o tratamento interrompido devido à demora ou recusa no fornecimento dos remédios. Cerca de 80% dos pacientes atendidos pela FARMEX em Alagoas são portadores de doenças que não têm cura. Algumas podem ser controladas por medicamentos que detêm ou retardam o seu avanço. Em outros casos, a falta do medicamento pode apressar a morte do doente. Ou seja: o fornecimento não pode ser interrompido. Mas o excesso de burocracia fatalmente leva à interrupção do fornecimento, até que todas as exigências burocráticas sejam atendidas.

“O mais curioso e inaceitável é que esses estúpidos e repetitivos formulários são ‘analisados’ por burocratas ignorantes no assunto. Mesmo os médicos que fazem parte da FARMEX não têm conhecimentos mínimos sobre as doenças neurológicas que estão decidindo se o tratamento será ou não liberado pelo SUS. Além disso, o único órgão com autoridade moral e técnica para decidir se qualquer remédio deve ser usado para tratar as doenças específicas é a ANVISA, que é uma agência independente. Mas o governo federal, através do Ministério da Saúde, atropela a ANVISA e decide fazer normas próprias, absurdas, para atrapalhar a prescrição médica e dificultar o acesso dos pacientes pobres aos remédios de custo mais elevado”, relata Fernando Gameleira.

Segundo ele, para quem tem condições de comprar seus medicamentos e vai a uma farmácia qualquer não existe burocracia. Basta levar a receita e ter o dinheiro. “Se o paciente que tiver doença de Parkinson for comprar o remédio pramipexol nas farmácias, basta levar a receita e adquirir o remédio; se esse mesmo paciente for pegar o remédio pelo SUS, a dupla MS-FARMEX chantageia os médicos e pacientes com uma série de normas burocráticas absurdas para impedir que o paciente consiga o mesmo remédio, que ele compra nas farmácias sem tanta burocracia”, exemplificou.

Entre os medicamentos fornecidos pela FARMEX estão os utilizados por pacientes com Alzheimer, Mal de Parkinson, esclerose múltipla e lateral, epilepsias, doenças oncológicas, artrite reumatoide, diabetes, pancreatite crônica e outras. Remédios para algumas dessas doenças chegam a custar alguns milhares de reais, sendo inviável sua aquisição até por pacientes com mais alto poder aquisitivo.

Preocupado com as consequencias que a nova exigência da FARMEX poderá acarretar para os pacientes, o neurologista Fernando Gameleira, que também é diretor do SINMED, vai solicitar uma reunião com o governador Renan Filho. O objetivo é tentar sensibilizar o chefe do Executivo estadual para a inutilidade da medida e os riscos que sua manutenção vai impor aos doentes. A expectativa é de que o governador derrube e enterre mais esse formulário.
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