Alagoas Real

Blog de notícias sobre saúde,medicina,enfermagem e cidadania

22 de abril de 2014

Alba, CELAC, Mercosul e Unasul anunciam criação de um mercado comum

Alba, CELAC, Mercosul e a Unasul criaram um mercado comum com facilidades de procedimentos de importação e exportação para promover a produção sustentável na América Latina e no Caribe, anunciou o ministro do Comércio da Venezuela, Dante Rivas. 






Segundo escreveu Rivas em sua conta no Twitter , a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA ), o Mercado Comum do Sul (Mercosul ), a Comunidade de Estados do Caribe e da América Latina e ( CELAC ) , Petrocaribe e a União das Nações Sul-Americanas ( Unasul ) vão desenvolver um mercado potente com grandes desafios positivos "

"Nós ajustamos mecanismos para fortalecer as relações comerciais , através da implementação desta visão continental de Simon Bolivar ", disse o ministro.


A criação desta aliança econômica foi proposta pelos representantes da República Bolivariana da Venezuela , durante a primeira reunião dos Ministros da Economia , Comércio e Indústria da CELAC , que teve lugar em 9 e 10 de abril deste ano na capital Costa Rica, San José , informa o jornal La Razón " .


"Nós fomos para compartilhar e integrar as melhores práticas com novas iniciativas para o desenvolvimento econômico rápido de nossos países. Especialmente usando o poder de compra do Estado como um mecanismo para o desenvolvimento de pequenas e médias indústrias ", disse Rivas na mesma mensagem .


Entre as metas do novo projeto,o político mencionou a necessidade de " encurtar o fosso dramático entre ricos , cada vez mais ricos , e os pobres que começam a surgir formando uma poderosa classe média de trabalhadores. "

Traduzido e editado pelo Blog Alagoas real
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20 de abril de 2014

Suposta morte de Fidel Castro sacode Twitter

Uma conta falsa do presidente venezuelano Nicolas Maduro anunciou a morte de Fidel Castro em Cuba aos 87 anos de idade.

Milhares de comentários foram gerados no Twitter após o boato sobre a suposta morte

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18 de abril de 2014

Paliativo midiático : Mais Médicos confirma sua vocação eleitoreira - CFM



Escrito por Roberto Luiz d’Avila*





Após nove meses de seu lançamento, a cada dia, o Programa Mais Médicos confirma sua vocação eleitoreira, evidenciando fragilidades técnicas e jurídicas. Como jogada de marketing feita para angariar votos e simpatias, ele sintetiza a forma simplista como os gestores equacionam a solução para os problemas que afetam a assistência da população. É como se o aumento sem critérios da oferta de profissionais para atender a demanda dos pacientes fosse capaz de resolver o caos no qual está mergulhado o Sistema Único de Saúde (SUS).

Equivocadamente, o foco está na quantidade – no caso, com a presença de intercambistas estrangeiros sem qualificação comprovada nos postos de saúde, como o caso recente dos 41 brasileiros oriundos da Venezuela, que, de acordo com as autoridades do próprio país, não concluíram sua formação em Medicina. Na contramão, ficaram de lado as ações estruturantes para mudar a realidade dos moradores das áreas mais distantes ou mesmo das periferias dos grandes centros.

Isso é uma prova de escuta seletiva. Em maio de 2013, quando milhares de cidadãos foram às ruas protestar contra a qualidade dos serviços públicos, o Governo Federal não quis entender o recado. Quem acompanhou as mobilizações esperava muito mais. A expectativa era de que fosse apresentado um plano de trabalho alicerçado em medidas sólidas.

De lá para cá, pouco ou nada se falou sobre a melhora do financiamento da saúde, da modernização da gestão e do maior controle no uso dos recursos já disponíveis. Também ficaram em plano secundário as ações urgentes voltadas para a melhoria da infraestrutura das unidades de atendimento e o estímulo para atuação de médicos brasileiros na rede pública no interior e nas capitais, por meio da criação de uma carreira de Estado específica no âmbito do SUS.

Sem debates aprofundados com as diferentes categorias, com as universidades ou mesmo com os representantes da sociedade organizada, assim, o Mais Médicos se consolida como exemplo antidemocrático do gerenciamento dos interesses e das necessidades da Nação. A indiferença com a legislação, suplantada por meio da votação a toque de caixa de uma Medida Provisória, e com o próprio papel das instituições trouxe um clima de insegurança sobre o que pode ainda vir a acontecer no país.

Ao contrário do que afirmam alguns setores, os médicos – por meio do Conselho Federal de Medicina (CFM) e de outras entidades – tentaram contribuir. Propostas e sugestões foram encaminhadas ao Ministério da Saúde e ao Palácio do Planalto numa tentativa de estabelecer diálogo e reduzir danos. A resposta veio na forma de silêncio.

Hoje, o Mais Médicos existe como realidade torta, questionada na Justiça por conta de abusos contra direitos humanos e trabalhistas. Apesar dos pesados investimentos em publicidade, ele se mostra incapaz de mudar a percepção negativa da população sobre os rumos da assistência no Brasil. Conforme mostram pesquisas recentes de opinião, mesmo após sua implementação, o brasileiro ainda enxerga na saúde seu principal ponto de insatisfação com relação ao Governo.

Isso ocorre porque a população não viu acontecer o que – de fato - esperava. As instalações continuam precárias, os novos equipamentos não chegaram e o acesso aos leitos e aos procedimentos de maior complexidade ainda é demorado. Também percebeu que o Governo não investe de maneira eficiente em saúde e nem tem mecanismos de controle e de avaliação afinados para eliminar de vez desvios.

Mas, diante desse cenário desfavorável, o que fazer com os pleitos legítimos da população? O momento exige cautela e responsabilidade, para fazer dos limões acumulados uma bebida para aplacar a sede dos brasileiros por justiça e dignidade com relação aos seus direitos constitucionais.

Cabe ao Governo dar passo decisivo e abandonar o paliativo midiático de seus programas em favor do planejamento de longo prazo. Somente assim o Brasil encontrará o caminho do seu desenvolvimento econômico e social, oferecendo aos seus cidadãos acesso à saúde de forma universal, com equidade e qualidade.



* É presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, em 29 de março de 2014.
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África:Casos de ebola em Guiné, Serra Leoa e Libéria preocupam OMS

Uma enfermeira conforta um paciente diagnosticado com o vírus do ebola. Foto: OMS/Chris Black


Um porta-voz da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o recente surto de ebola na Guiné precisa ser observado com bastante atenção. Com 103 casos confirmados e 66 mortes no país, o ebola é uma doença fatal ainda sem cura nem formas de tratamento.

“Muitos dos casos ainda são apenas suspeitas”, disse Gregory Hartl na sexta-feira (28) a repórteres em Genebra, Suíça. “Autoridades locais vão reportar muitos incidentes semelhantes ao ebola, mas que não o são. Ainda assim, provavelmente há muitos outros casos de que não temos ciência, então esta é uma situação muito imprevisível.”

Serra Leoa e Libéria, países com uma ligação epidemiológica com a Guiné, informaram à OMS sobre casos e mortes consistentes com o ebola entre pessoas que viajaram para o país antes da aparição dos primeiros sintomas. Até o momento, a agência não pediu por restrições de viagem ou comércio a nenhum dos três países.

Matador impiedoso

O vírus do ebola foi primeiro registrado após dois surtos simultâneos no Sudão e no Zaire (atual República Democrática do Congo) em 1976, sendo que sua doença possui uma taxa de letalidade em torno de 90%.

A infecção de humanos começa através do contato com o sangue, secreções ou outros fluidos corporais de animais infectados. A doença então se espalha diretamente entre os humanos pelo contato com os mesmos tipos de fluidos dos infectados, e indiretamente pelo contato com ambientes infectados por esses fluidos.

“Não é uma doença que afeta muitas pessoas”, explica Hartl, “mas mata boa parte dos infectados. Não há tratamento, remédios ou vacina, então você está à mercê da doença e pode apenas torcer para que seu corpo seja forte o bastante para resistir a ela”.

OMS-Brasil
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Vírus Ebola na Guiné-Conacri é nova cepa - Atualização,informações oficiais OMS/WHO

O vírus Ebola que causou mais de 100 mortos na Guiné-Conacri e na Libéria desde janeiro é uma nova estirpe, o que indica que não procede de outros focos conhecidos de infeção em África, indicaram cientistas.

"Esta análise sugere que esta estirpe viral na Guiné-Conacri 'EBOV guineense' evoluiu em paralelo com estirpes existentes na República Democrática do Congo (RDC) e no Gabão a partir de um antepassado comum recente e não foi posteriormente introduzida na Guiné-Connacri", concluiu uma equipa de virólogos, cujos trabalhos são divulgados na última edição da revista norte-americana New England Journal of Medicine.

Inicialmente, responsáveis de saúde pública tinham evocado a possibilidade de uma infeção na Guiné-Conacri pelo vírus Ebola do Zaire, antigo nome da RDC.

Os autores do estudo agora publicado dizem que os primeiros casos de Ébola na Guiné-Conacri começaram provavelmente em dezembro de 2013 ou talvez antes e o vírus circulou despercebido durante algum tempo.

A investigação continua para identificar a fonte animal do vírus. São geralmente morcegos frutívoros, indicaram os cientistas.

O novo vírus Ebola provocou menos casos de febre hemorrágica na Guiné-Conacri do que as anteriores epidemias na África Central.

"Os sintomas clínicos dos primeiros casos eram sobretudo febre, vómitos e diarreia muito forte. Não foram constatadas hemorragias internas na maioria dos doentes cuja infeção foi confirmada até ao momento em que a amostra de pacientes para esta investigação foi estabelecida", referem os autores do estudo que analisaram o sangue de 20 doentes hospitalizados na Guiné-Conacri.

A taxa de mortalidade do vírus Ebola na Guiné-Conacri é de 86 por cento entre os primeiros casos confirmados e de 71 por cento nos casos suspeitos, indicam os virólogos.

Dependendo da estirpe do vírus, a mortalidade da febre hemorrágica afeta entre 30 e 90 por cento dos casos. O vírus propaga-se através de contactos diretos com as pessoas infetadas.

Os cientistas assinalam que "a emergência do vírus Ebola na Guiné-Conacri alerta para o risco de outros surtos naquela parte da África Ocidental".

Diário Digital com Lusa

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"Não há casos de Ebola no Brasil" - MS



O Ministério da Saúde informa que não há no Brasil casos confirmados ou suspeitos de febre hemorrágica ebola. Boletim da Organização Mundial de Saúde (OMS), publicado nesta semana, também descarta a existência de casos do vírus no Haiti ou em qualquer país das Américas.

De acordo com os dados oficiais divulgados pela OMS, os únicos países acometidos pelo surto do vírus ebola são Guiné, Libéria, Mali e Serra Leoa, todos situados na África Ocidental. É importante esclarecer que a OMS não faz nenhuma restrição de viagens aos países que registram casos da doença.

O Ministério da Saúde acompanha permanentemente a situação do vírus a partir de informes diários da OMS sobre os casos, assim como surtos de outras doenças que possam se constituir em evento de saúde pública de interesse internacional.


Fonte: Ministério da Saúde
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17 de abril de 2014

CFM reitera pedido ao Palácio do Planalto para vetar emenda que favorece planos de saúde



Diante da aprovação pelo Senado da emenda à Medida Provisória 627/2013, que perdoa uma dívida de aproximadamente R$ 2 bilhões das operadoras de planos de saúde, o Conselho Federal de Medicina (CFM) reiterou nesta quarta-feira (16) seu pedido ao Palácio do Planalto que vete a integra deste trecho enxertado na lei votada pelos parlamentares.

Na avaliação do CFM, somente as empresas de saúde suplementar serão beneficiadas com ato em detrimento à assistência de mais de 50 milhões de brasileiros que têm plano de saúde. Para os conselheiros, o montante passível de perdão seria útil, inclusive, para sanar problemas de hospitais e postos de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

O texto apresentado pelo deputado Eduardo Cunha (PMBD/RJ) – aprovado semana passada pela Câmara - limita também o número de multas que as operadoras de planos poderão pagar, o que facilita a ocorrência de abusos que prejudicam pacientes, familiares e profissionais encarregados do atendimento.

O suposto apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ao perdão da dívida bilionária também é motivo de repúdio do CFM. Segundo notícias veiculadas, a emenda teria contato com o apoio da entidade. Para o CFM, trata-se de fato que deve ser apurado, pois macula a idoneidade do processo de controle do setor.

Em nota divulgada no dia 11 de abril, o CFM já havia se manifestado contra a aprovação da emenda e ressaltado que sua entrada em vigor pode fragilizar os direitos de mais de 50 milhões de brasileiros que têm plano de saúde e a fiscalização da atuação das operadoras, abrindo espaço para abusos que prejudicam pacientes, familiares e profissionais encarregados do atendimento.

No documento (ver íntegra abaixo), o Conselho Federal de Medicina ainda chama a atenção da sociedade para a importância de se debater de forma ampla “os mecanismos de controle e de fiscalização das operadoras de planos de saúde, que têm aumentado significativamente o número de clientes, contudo, sem: garantir maior rede de cobertura, facilitar o acesso aos procedimentos contratados e respeitar os prestadores de serviços (médicos e outros profissionais de saúde), ignorando critérios mínimos de contratualização e interferindo na autonomia médica no diagnóstico e no tratamento de doenças”.


NOTA À IMPRENSA

Assunto: Críticas à emenda da MP 627 que beneficia planos de saúde

Brasília, 11 de abril de 2014.

Com relação à emenda à Medida Provisória 627, que determina teto para a aplicação de multas aos planos de saúde, aprovada na Câmara dos Deputados e que aguarda votação no Senado, o plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) vem a público se manifestar EM FAVOR dos seguintes pontos:

1) A defesa à derrubada pelo Senado da emenda apresentada pelo relator da MP na Câmara, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB/RJ), durante a votação da matéria prevista para acontecer até 21 de abril;

2) No caso de sua manutenção pelos senadores, solicita-se o veto integral da Presidência da República ao item, o qual pode representar um perdão às dívidas das operadoras de planos de saúde, num montante estimado de R$ 2 bilhões;

3) A derrubada desse ponto específico reforça direitos de mais de 50 milhões de brasileiros que têm plano de saúde e disciplina a atuação das operadoras, inibindo abusos que prejudicam pacientes, familiares e profissionais encarregados do atendimento;

4) Há necessidade de debate amplo sobre mecanismos de controle e de fiscalização das operadoras de planos de saúde, que têm aumentado significativamente o número de clientes, contudo, sem: garantir maior rede de cobertura, facilitar o acesso aos procedimentos contratados e respeitar os prestadores de serviços (médicos e outros profissionais de saúde), ignorando critérios mínimos de contratualização e interferindo na autonomia médica no diagnóstico e no tratamento de doenças.

O CFM reitera que a manutenção deste trecho na MP 627 beneficia apenas as operadoras de planos de saúde e fragiliza os mecanismos para evitar abusos decorrentes da lógica adotada por essas empresas, que privilegiam a cultura do lucro em detrimento da assistência aos pacientes.

O Conselho Federal de Medicina salienta que esta possibilidade de anistia às empresas de saúde suplementar não dialoga com a penúria imposta à rede pública, vítima de baixos investimentos e inúmeros problemas. Inclusive, o montante passível de perdão seria útil ao saneamento das dificuldades enfrentadas por hospitais e postos de saúde do SUS.

Finalmente, o CFM lamenta informações veiculadas pela imprensa de que a aprovação na Câmara dessa emenda prejudicial a sociedade tenha contato com o apoio da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), fato que deve ser apurado com rigor. Se a suspeita for confirmada, coloca-se em xeque a idoneidade desta importante instituição reguladora e de seus dirigentes nas relações com o segmento econômico sobre o qual deveria exercer controle.


CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA (CFM)


Assessoria de Imprensa
Conselho Federal de Medicina
(61) 3445-5940
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