4/27/2017

MG - 26/04/2017 : Casos notificados e confirmados de febre amarela - Atualização

Casos notificados e confirmados de febre amarela silvestre, Minas Gerais, 2017 (atualizado em 26/04).

Distribuição dos casos confirmados e notificados por febre amarela, segundo local provável de infecção, Minas Gerais, 2017. Fonte: Sala de Situação/SES-MG

Letalidade atual em Minas Gerais 35,36%

São 9 casos a mais que o divulgado na última quarta (19). Em relação aos óbitos, foram notificados 201 óbitos, 151 foram confirmados para Febre Amarela.


Em 2017, até o momento (26/04), foram notificados 1.139 casos de Febre Amarela, sendo que desses 554 foram descartados e 427 são casos confirmados.


Clique aqui e confira, na íntegra, o informe


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Febre amarela silvestre : Grande Vitória registra mais duas mortes

Febre amarela silvestre e urbana : Grande Vitória registra mais duas mortes


Em 2017, a Sesa recebeu 634 notificações de suspeita da doença. Ao todo, 155 já foram descartadas e do total de 479 casos, 187 foram confirmados e 59 casos evoluíram para óbito


Mais duas mortes por febre amarela silvestre foram confirmadas na Grande Vitória na terça-feira (25) no último boletim divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesa). As vítimas são dos municípios de Cariacica e Viana, mas não foram divulgadas mais informações.



Agende um horário de atendimento em uma unidade da Prefeitura de Vitória. Comece escolhendo o serviço desejado e siga os passos indicados. Leia com atenção as informações impressas na confirmação exibida ao final do processo.




Fonte:Folha de Vitória
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4/26/2017

OMS diz que Libéria toma precauções após mortes misteriosas

As autoridades liberianas disseram que as investigações científicas iniciais descartaram o Ebola como a causa das mortes.




Autoridades de saúde da Libéria estão tomando medidas de  vigilância em saúde pública depois que oito pessoas morreram de uma doença misteriosa, 10 meses após o fim de um surto catastrófico de dois anos do vírus Ebola, disse a Organização Mundial de Saúde .

As autoridades liberianas disseram que as investigações científicas iniciais descartaram o Ebola como a causa das mortes.

"Ontem a OMS recebeu um relatório das autoridades de saúde da Libéria sobre um aglomerado de doenças e mortes inexplicáveis ​​na parte sul do país em - Sinoe County", disse Tarik Jasarevic, porta-voz da OMS, em comentários enviados por e-mail.

"De acordo com este relatório, desde segunda-feira , 14 pessoas ficaram doentes, oito pessoas morreram e seis estão gravemente enfermas ".

Ele não deu nenhuma indicação do que poderia ter causado as mortes, mas disse que material biológico de sete corpos foram enviados ao laboratório nacional para testes. Os resultados são esperados na quarta-feira ou na quinta-feira.

Amostras também foram tomadas de fontes de água para testar produtos químicos e bactérias.


"As autoridades de saúde estão tomando medidas preventivas imediatas, como isolar casos suspeitos, rastrear contatos e se envolver com a comunidade e seus líderes", disse Jasarevic.



Em junho do ano passado, a OMS declarou Libéria livre de transmissão do vírus Ebola ativo, o último de três países da África Ocidental no epicentro do pior surto da doença no mundo.
A epidemia matou mais de 11.300 pessoas e infectou cerca de 28.600 a partir de 2013,  na  Guiné,  Serra Leoa e na Libéria, de acordo com dados da OMS.




Editado e Traduzido
Se copiar  é obrigatório citar a fonte
Do original e o link do  blog ALAGOAS REAL

Fontes:

Fonte: Reuters 26 de abril de 2017
http://www.reuters.com/article/us-health-liberia-idUSKBN17S22R


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ONU repudia censura a meios de comunicação na Venezuela


Especialistas em liberdade de expressão das Nações Unidas e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos repudiaram nesta quarta-feira (26) a censura oficial e o bloqueio aos espaços de informação na Venezuela, assim como detenção, ataques e estigmatização de jornalistas e trabalhadores de mídia que cobrem os protesto no país.


O relator especial da ONU sobre o direito e a liberdade de expressão, David Kaye, e o relator especial para liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Edison Lanzal, pediram que o governo liberte os jornalistas detidos e criticaram o controle da mídia.

ONU  repudia censura a meios de comunicação na Venezuela





Especialistas em liberdade de expressão das Nações Unidas e da Comissão Interamericana de Direitos Humanos repudiaram nesta quarta-feira (26) a censura oficial e o bloqueio aos espaços de informação na Venezuela, assim como detenção, ataques e estigmatização de jornalistas e trabalhadores de mídia que cobrem os protesto no país.

“Pedimos que o governo da Venezuela liberte imediatamente todos os detidos por exercer o jornalismo e seus direitos de opinião e expressão”, afirmaram o relator especial da ONU sobre o direito e a liberdade de expressão, David Kaye, e o relator especial para liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Edison Lanza.

Além disto, os especialistas repudiaram a censura e o bloqueio dos espaços informativos nos meios tradicionais e na internet. “Boa parte dos meios televisivos estão sob controle do governo, enquanto o setor privado opera com restrições porque perdeu licenças e as autoridades se negam a renová-las há mais de dois anos”, afirmaram.

Eles ainda lembraram que “a regulamentação e limitação ou bloqueio de páginas ou sinais televisivos que transmitem pela internet, ainda que num estado de emergência, são desproporcionais e incompatíveis com os padrões internacionais”.

“Tanto antes quanto depois da quebra da ordem constitucional e democrática denunciada por organismos internacionais, o espaço para as vozes críticas de jornalistas, representantes da sociedade civil, defensores de direitos humanos e representantes da oposição têm se deteriorado de forma contínua”, advertiram os especialistas.

Em agosto do ano passado, os relatores já haviam manifestado preocupação com as “medidas que aumentam consideravelmente a pressão sobre os meios de comunicação e limitam ainda mais a capacidade de trabalho independente”.

Prisões

Diversas fontes informaram que ao menos 12 jornalistas venezuelanos e internacionais foram detidos durante os últimos acontecimentos, sendo que a maioria já foi colocada em liberdade. O jornalista Yonnathan Guédez continua preso.

Os relatores também destacaram que, num feito sem precedentes, o jornalista
Braulio Jatar está detido desde setembro de 2016, depois de haver publicado um vídeo em que mostrava pessoas protestando contra o presidente Nicolás Maduro na Ilha de Margarita.

Também foi constatado por várias fontes que ao menos três plataformas de conteúdo online – TV VPI, Vivo Play e TV Capitolio -, que oferecem noticiário e informação de interesse geral no país, foram bloqueados por prestadores de serviço de internet privados, ao que parece depois de determinação da Comissão Nacional de Telecomunicações (Conatel).

Os três serviços transmitiam informações sobre os protestos contra o governo, que acontecem em diversos pontos do país, quando se decidiu o bloqueio, enquanto a maior parte dos meios tradicionais de rádio e televisão não estão cobrindo os eventos. Posteriormente, foram decretadas novas medidas de censura, como a proibição de empresas de TV por assinatura de transmitir a rede CNN. Outros meios de comunicação de diferentes países, como TV, da Argentina, El Tiempo e NTN 24, ambos da Colômbia, sofreram interrupções ou tiveram o sinal suspenso.

“As decisões arbitrárias da Conatel, tanto para retirar sinais de TV por assinatura quanto para internet, restringem a liberdade de acesso e opção dos usuários de utilizar, enviar, receber ou oferecer qualquer conteúdo, aplicativo ou serviço legal e constituem uma forma de censura”, reiteraram os relatores da ONU e da Comissão.

Sobre os relatores

David Kaye (EUA) foi apontado Relator Especial sobre a promoção e proteção do direito a liberdade de expressão e opinião em Agosto de 2014 pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU. Relatores especiais são parte do que é conhecido como Procedimentos Especiais do Conselho de Direitos Humanos. Procedimentos Especiais, o maior órgão de peritos independentes do sistema ONU para Direitos Humanos, é o nome dado aos mecanismos independentes para monitoramento do Conselho. Relatores especiais são especialistas em direitos humanos apontados pelo Conselho de Direitos Humanos para tratar de questões específicas de país ou temáticas em todo o mundo. Eles não são funcionários da ONU e são independentes de qualquer governo ou organização. Eles servem em capacidade individual e não recebem salário por seu trabalho.

Edison Lanza (Uruguai) foi apontado Relator Especial para a Liberdade de Expressão em Julho de 2014 pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Para mais informações e solicitação de imprensa na ONU:

Azin Tadjdini (+41 22 917 9400 / atadjdini@ohchr.org) ou no email freedex@ohchr.org

Para solicitações da mídia relacionadas a outros especialistas independentes da ONU:
Xabier Celaya – Unidade de mídia (+ 41 22 917 9383 / xcelaya@ohchr.org)

Foto: Amanda Voisard/ONU

Editado 
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Fonte: ONU


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Vacinação : OPAS comemora 25 anos de erradicação da poliomielite

"Durante os últimos 15 anos, demonstramos que a vacinação é uma das estratégias mais poderosas para prevenir doenças e salvar vidas",


Mais de 60 milhões de pessoas serão vacinadas contra uma série de doenças perigosas durante a Semana de Vacinação nas Américas, a maior iniciativa de imunização do continente. Coordenada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a semana celebra seu 15º aniversário este ano e acontece de 22 a 29 de abril.

O slogan para a campanha de 2017 é "Vacine-se para celebrar um amanhã saudável", incentivando as pessoas e suas famílias a se vacinarem hoje e desfrutarem de uma boa saúde amanhã. Destaca as vacinas que oferecem proteção contra doenças altamente contagiosas, debilitantes e potencialmente mortais. As personagens da Vila Sésamo ilustram o cartaz da campanha, que trata a vacinação como um "um ato de amor".

"Durante os últimos 15 anos, demonstramos que a vacinação é uma das estratégias mais poderosas para prevenir doenças e salvar vidas", disse a diretora da OPAS, Carissa F. Etienne. "A OPAS está empenhada a continuar trabalhando em estreita colaboração com os países para imunizar toda a população e facilitar a introdução de novas vacinas a preços acessíveis", acrescentou.

Em 2015, a rubéola e a síndrome da rubéola congênita foram eliminadas na região das Américas e, em 2016, os esforços dos países contribuíram para a eliminação do sarampo. A vacinação contra essas doenças continua a ajudar a minimizar o risco de importação das enfermidades para algum país da região. Além disso, milhões de pessoas foram vacinadas para manter o hemisfério ocidental livre da poliomielite por 25 anos.

Novas vacinas contra o rotavírus, doença pneumocócica e HPV começaram a ser introduzidas em países e territórios da região desde 2000. Atualmente, 28 países e territórios vacinam contra a doença pneumocócica e 19 contra o rotavírus e o HPV. Essas conquistas foram possíveis graças à dedicação de milhares de trabalhadores de saúde, que desempenharam um papel fundamental para alcançar todos em suas comunidades e levar vacinas às populações mais vulneráveis e que vivem em zonas de difícil acesso.

"Temos conseguido uma região mais saudável graças à vacinação", disse o chefe da Unidade de Imunizações da OPAS, Cuauhtémoc Ruiz-Matus. "Vamos continuar trabalhando para que as crianças não sofram ou morram de uma doença que podemos prevenir com vacinação," adicionou.


As ações para a Semana de Vacinação nas Américas também têm ido além do campo de imunização. Profissionais de saúde aproveitaram a iniciativa para implementar outras ações de saúde, como a desparasitação, administração de vitamina A e promoção do aleitamento materno. Da mesma forma, a mobilização da comunidade para a vacinação ajudou a cobrir as lacunas que separam as pessoas da atenção de que precisam.

A Semana de Vacinação nas Américas começou em 2003 como um esforço dos países da região para combater um surto de sarampo na Colômbia e Venezuela. Em 2012, transformou-se em um movimento global. Neste ano, a Assembleia Mundial da Saúde estabelecerá a Semana Mundial de Imunização e 180 países de todo o mundo começarão a celebrá-la.

Lançamentos regionais no México e Brasil

Uma série de eventos de lançamento da Semana de Vacinação terá lugar no México e no Brasil. Em 24 de abril, o México será o anfitrião do primeiro lançamento regional. Essa atividade acontecerá às 10h no pátio principal da Secretaria de Saúde do México, situada em Lieja 7, Cidade do México. O secretário da Saúde, Jose Narro, e diretora da OPAS, Carissa F. Etienne, participarão, juntamente com outras autoridades.

O México tem uma longa história na realização de campanhas de vacinação e outras atividades integradas para proteger a saúde de sua população. O país possui Semanas Nacionais de Saúde em fevereiro, maio e outubro, portanto, não planeja ações adicionais durante a Semana de Vacinação nas Américas. As atividades intensivas realizadas a cada mês de maio têm contribuído para as realizações regionais da Semana de Vacinação nas Américas.

O segundo evento ocorrerá em 29 de abril, quando uma aldeia indígena no estado brasileiro de Rondônia, conhecida como Linea 9 Amaral, pertencente à etnia indígena Suruí, sediará o lançamento regional da Semana de Vacinação para levar vacinas a um grupo prioritário da iniciativa. A atividade terá lugar no âmbito das celebrações para o Mês de Vacinação dos Povos Indígenas, organizado pelo Brasil.
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OPAS comemora 25 anos de erradicação da poliomielite Reviewed by Mário Augusto on 26 Abril . Semana de Vacinação nas Américas completa 15º aniversário neste ano "Durante os últimos 15 anos, demonstramos que a vacinação é uma das estratégias mais poderosas para prevenir doenças e salvar vidas", . Rating: 2
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Malária foi exterminada nos EUA, mas ainda é uma praga nos hospitais Americanos


Definitivamente os números são  altos", diz Khuu, para uma doença que é facilmente evitável. 




Cartazes do Serviço de Saúde Pública dos EUA publicado em 1920.Biblioteca do Congresso



A transmissão da malária nos Estados Unidos foi eliminada no início da década de 1950 através do uso de inseticidas, da melhoria do saneamento básico e pelo incrível poder das telas das janelas. 

Mas a doença transmitida por mosquitos tem encenado um retorno nos hospitais americanos quando os viajantes retornam de partes do mundo onde a malária corre desenfreada. 


No início dos anos 1970, apenas pouco mais de cem casos de malária foram relatados em todo o EUA, mas esse número tem aumentado constantemente nos últimos anos. 

Um novo estudo publicado no American Journal of Medicina Tropical e Higiene conclui que agora cerca de 1.500 pessoas são hospitalizadas todos os anos nos EUA com a malária.

"Não sabemos de nenhuma transmissão ativa nos Estados Unidos, portanto assumimos que esses casos são todos de viajantes ou imigrantes", diz Diana Khuu, epidemiologista da Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Khuu e seus colegas analisaram dados de internações hospitalares nacionais dos anos 2000 a 2014 e encontraram muito mais malária do que esperavam. 

"Definitivamente os números são tão altos", diz Khuu, para uma doença que é facilmente evitável. "Nós temos bons medicamentos anti-malária que os viajantes podem tomar, mas aparentemente algumas pessoas simplesmente não estão usando." 

E as conseqüências de contrair a malária podem ser devastadoras. 

Ao longo dos 14 anos de dados que Khuu analisou, houve um total de 22.029 hospitalizações por malária em todo o país. Quase 5.000 dos casos foram considerados "graves". E 182 foram fatais. A maioria das admissões de malária gerou taxas hospitalares superiores a US $ 25.000.


Editado 
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Fonte:

http://www.npr.org/sections/goatsandsoda/2017/04/24/525405956/malaria-wiped-out-in-u-s-but-still-plagues-u-s-hospitals


Malária foi exterminada nos EUA, mas ainda é uma praga nos hospitais Americanos Reviewed by Mário Augusto on 26 Abril . Definitivamente os números são altos", diz Khuu, para uma doença que é facilmente evitável. a doença transmitida por mosquitos tem encenado um retorno nos hospitais americanos quando os viajantes retornam de partes do mundo onde a malária corre desenfreada. . Rating: 2
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MS lança campanha para combate à malária

Estado e Casos de Malária: Acre 35.175 Amazonas 49.148 Amapá 12.273 Maranhão 766 Mato Grosso 519 Pará 14.493 Rondônia 7.328 Roraima 8.969 Tocantins 23 Alagoas 2 Bahia 20 Ceará 15 Distrito Federal 28 Espírito Santo 48 Goiás 45 Minas Gerais 54 Mato Grosso do Sul 5 Paraíba 3 Pernambuco 18 Piauí 23 Paraná 16 Rio de Janeiro 51 Rio Grande do Norte 4 Rio Grande do Sul 10 Santa Catarina 15 Sergipe 5 São Paulo 139 - Total Brasil 129.195
Malária - Brasil- Alagoas 2 casos

Nova campanha alerta a população para não abandonar o tratamento contra malária. O foco da ação é a região Amazônica, que concentra 99% dos casos da doença em todo o país

O Ministério da Saúde lança, nesta terça-feira (25), no Dia Mundial da Malária, campanha de prevenção e incentivo ao tratamento da doença. Com o slogan “Faça o Tratamento até o fim. Sem a doença, você vive muito melhor”, o foco é incentivar as pessoas a procurarem o diagnóstico de malária em uma unidade de saúde para fazer o exame e, caso positivo, realizar o tratamento completo. A publicidade será veiculada na televisão, rádio, internet e outdoors a partir de hoje na Região Amazônica (AC, AM, AP, MA, MT, PA, RO, RR e TO) do país, que concentra 99% dos casos. A campanha será divulgada também em carros e barcos de som, para que a informação chegue à população das localidades mais vulneráveis à doença.

“É fundamental que as pessoas diagnosticadas com malária sigam com o tratamento recomendado até o final. Quem não completa o tratamento, mesmo que os sintomas desapareçam, pode acabar tendo agravamento do quadro, e além disso mantém o ciclo de transmissão da doença”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Estado
Casos
Acre
35.175
Amazonas
49.148
Amapá
12.273
Maranhão
766
Mato Grosso
519
Pará
14.493
Rondônia
7.328
Roraima
8.969
Tocantins
23
Alagoas
2
Bahia
20
Ceará
15
Distrito Federal
28
Espírito Santo
48
Goiás
45
Minas Gerais
54
Mato Grosso do Sul
5
Paraíba
3
Pernambuco
18
Piauí
23
Paraná
16
Rio de Janeiro
51
Rio Grande do Norte
4
Rio Grande do Sul
10
Santa Catarina
15
Sergipe
5
São Paulo
139
Brasil
129.195





O esforço do Ministério da Saúde, em conjunto com os estados e municípios, para prevenir, controlar e reduzir a malária tem demonstrado resultados positivos a cada ano. Em 2016, foram notificados 129.195 casos (dados preliminares) em todo o país, que representa uma redução de 9,7% em relação a 2015 (143.161 casos). Na comparação dos últimos dez anos, a redução foi de 76,5%, uma vez que em 2006 foram registrados 550.847 mil casos da doença. Em relação ao número de óbitos por malária, também houve uma queda expressiva de 67,6%, passando de 105 em 2006 para 34 em 2015.

AÇÕES – Em dezembro do ano passado, o Ministério da Saúde repassou R$ 11,9 milhões para intensificação das ações de combate e controle de malária na Região Amazônica. Cabe esclarecer que estados de outras regiões podem apresentar casos da doença, portanto, a vigilância não deve ser negligenciada, diante do risco de reintrodução, agravado pelo fluxo migratório em áreas suscetíveis. Dos 129.195 casos registrados no país, 501 foram notificados fora da Região Amazônica.

O Ministério da Saúde realizou, na semana passada, a 26ª Reunião de Monitoramento e Avaliação do Programa Nacional de Prevenção e Controle da Malária, que teve como objetivo analisar e discutir ações desenvolvidas, em 2016, pelos estados e municípios, além de avaliar o plano de ações para 2017 das coordenações estaduais. A Região Amazônica apresentou uma redução de aproximadamente 10% do número de casos em 2016 (128.694), comparado com o ano de 2015 (142.644).

METAS - Em 2015, o Ministério da Saúde lançou o Plano de Eliminação da Malária no Brasil, com ênfase na doença causada pelo Plasmodium falciparum. A medida faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) lançados pela Organização das Nações Unidas (ONU) em substituição aos Objetivos do Milênio

O documento fornece orientação técnica para os municípios, define estratégias diferenciadas para o diagnóstico, tratamento, controle vetorial, educação em saúde e mobilização social. O Plano de Eliminação da Malária no Brasil é uma iniciativa para deter a doença com potencial de maior gravidade. Em 2000, a malária falciparum era responsável por 21% dos casos, caindo para 12% em 2016. Em 2016 foram registrados 13.828 (dados preliminares) casos autóctones de malária falciparum, uma redução de 10% em relação ao ano anterior, quando tinham sido registrados mais de 15 mil casos.



Fonte: MS BRASIL

MS lança campanha para combate à malária Reviewed by Mário Augusto on 26-04-2017. Nova campanha alerta a população para não abandonar o tratamento contra malária. O foco da ação é a região Amazônica, que concentra 99% dos casos da doença em todo o país . Rating: 2
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Exame de RT-PCR é considerado o mais confiável para detectar febre amarela

O método busca o DNA do vírus, que já está presente na corrente sanguínea do paciente pouco depois da infecção.

Diagnóstico Laboratorial 


Isolamento Viral e RT-PCR:


· Deve ser colhido em tubo estéril, hermeticamente fechado ou em tubos à vácuo sem anticoagulante.


· Pode-se coletar o sangue até o 5°(quinto) dia do aparecimento dos primeiros sintomas. Centrifugar a 1.500 rpm por 10 minutos, aspirar o soro, transferir para um criotubo resistente a baixas temperaturas (≤ -80ºC), estéril e com tampa de rosca. 


IMPORTANTE: Não serão aceitos tubos com tampa tipo rolha para o isolamento viral e RT-PCR.


· Se não houver centrífuga, deixar em repouso na geladeira (2 a 8°C) por um período máximo de 2 horas. Após a sedimentação, transferir para um criotubo resistente a baixas temperaturas (≤ -80ºC), estéril e com tampa de rosca. A amostra deve ser congelada a -80ºC (em freezer ou nitrogênio líquido). 


· Em casos específicos, a amostra pode ser encaminhada à FUNED refrigerada, no prazo máximo de 2 horas após a coleta, ou armazenada a -20ºC por até 48 horas.





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Exame de RT-PCR é considerado o mais confiável para detectar febre amarela
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O método busca o DNA do vírus, que já está presente na corrente sanguínea do paciente pouco depois da infecção.
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Epizootia - Epidemia : Morte progressiva de PNH por Febre Amarela, prenuncia suposta urbanização da doença


Atualmente sabemos que os macacos não são reservatórios da Febre Amarela. A doença não segue estradas e não respeita fronteiras . Ela segue o caminho das matas. onde mosquitos se transformam em reservatórios do vírus amarílico e ao mesmo tempo vetores.


As mortes de PNH, na maioria das vezes é o primeiro sinal que o vírus está circulando na região. Em áreas de matas,ou próximas a elas, os vetores envolvidos são os mosquitos Haemagogus e Sabethes. Em regiões metropolitanas, (Urbanas) mosquitos aedes (Aegypti e Albopictus) são os responsáveis pela disseminação da doença.Os mosquitos são portanto vetores-reservatórios (transmissores do vírus) 


Há uma chance, mas sem comprovação científica, que devido as viajens e aos movimentos migratórios humanos ( pendulares) promovidos pela facilidade dos meios de transportes atuais, que pessoas que não foram vacinadas e que estão infectadas pelo vírus amarílico desempenhem o papel de transporte das partículas virais no organismo por grandes distâncias , contribuindo dessa forma para a disseminação da doença.


As mortes humanas e de macacos ( PNH ) que estão ocorrendo em diversas regiões, leva também a pensar em outros animais com potencial papel de reservatório do vírus neste imenso surto. 




Até 20 de abril de 2017, foram notificadas ao Ministério da Saúde 3245 epizootias em Primatas Não Humanos (PNH), das quais 1277 permanecem em investigação, 88 foram descartadas e 474 foram confirmadas para febre amarela por critério laboratorial ou vínculo epidemiológico com epizootias em PNH ou casos humanos confirmados em áreas afetadas (municípios com evidência de circulação viral) e ampliadas (municípios limítrofes àqueles afetados), com envolvimento de 4839 animais.



Mapa :
Epizootias Confirmadas e em Investigação para Febre Amarela no Brasil
Confira no Mapa a marcação em azul nos Estados que têm Epizootias em investigação para a Febre Amarela. Em vermelho , as epizootias confirmadas





Sobre os PNH ( Macacos )

Epizootia - Definições



  • É um conceito utilizado na saúde pública veterinária para qualificar a ocorrência de um determinado evento em um número de animais ao mesmo tempo e na mesma região, podendo levar ou não a morte.
  • Doença que apenas ocasionalmente se encontra em uma comunidade animal, mas que se dissemina com grande rapidez e apresenta grande número de casos. O seu conceito equivalente em medicina é epidemia 
  • Epizootia (do grego clássico: epi, por sobre + zoon, animal) é o conceito utilizado em veterinária e ecologia das populações para qualificar uma enfermidade contagiosa que ataca um número inusitado de animais ao mesmo tempo e na mesma região e que se propaga com rapidez.


Especialistas falam sobre os Macacos


" Os macacos são sensíveis ao vírus da febre amarela e a morte dos animais pela doença é um alerta aos órgãos de saúde sobre a necessidade de vacinação da população humana nos arredores. Ou seja, eles permitem aos gestores de saúde implementar estratégias preventivas, antes de o vírus atingir populações humana ", Diretora do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB/Fiocruz) e veterinária, Carla Campos.



" Esses animais, assim como o homem, são hospedeiros do vírus e não reservatórios da doença. Os vírus ficam vivos neles por um período de tempo muito curto.

 Desflorestar ou matar macacos não impede a circulação do vírus da febre amarela. Na verdade, o efeito é danoso para a saúde pública, pois elimina o papel de sentinela dos primatas, que, ao morrerem pela doença, avisam as autoridades sobre a sua ocorrência.

Os macacos têm, portanto, uma valiosa e insubstituível contribuição para a saúde pública.Há consenso entre os especialistas de que os macacos não são os responsáveis pela disseminação da doença, embora ainda seja desconhecido o mecanismo de propagação do vírus por extensões geográficas tão vastas. "  SBPr



Animal doente ou morto




 "Ao receber essas informações, notificamos imediatamente as autoridades sanitárias competentes, permitindo que esses animais sejam removidos de maneira correta e possam ser encaminhados para análise em instituições de referência, além de alertar essas instâncias para a necessidade de outras ações naquele local, como imunizar a população, por exemplo ". bióloga, coordenadora do Ciss e do Programa Institucional Biodiversidade & Saúde, Márcia Chame



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Fontes:
Blog AR NEWS
SBPr
https://agencia.fiocruz.br/morte-de-macacos-prejudica-controle-da-febre-amarela
http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/site/materia/detalhe/41469

Epizootia - Epidemia : Morte progressiva de PNH por Febre Amarela prenuncia suposta urbanização da doença - 2 de 5
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4/25/2017

Febre Amarela - Alta taxa de Letalidade ( Mortalidade ) : o vírus se mantém por um curtíssimo tempo nos Macacos - PNH


PNH .haemagogus e aedes - Alta mortalidade


A Febre Amarela provoca uma alta mortalidade ( letalidade ) nos macacos, por isso as partículas virais se mantém por um curtíssimo tempo nos  primatas não humanos ( PNH )

Os macacos são altamente sensíveis ao vírus da febre amarela, especialmente os bugios ou guaribas (Alouatta) e os sagüis ou micos (Callithrix). Além disso, eles não têm acesso à vacina! A morte de macacos devido à doença serve como alerta aos órgãos de saúde sobre a necessidade de vacinação imediata da população humana. Ou seja, os macacos são vítimas do mesmo agente etiológico e ainda ajudam a sociedade se proteger, já que sua morte indica o risco da doença na região. Por isso, atuam como sentinelas da circulação do vírus da febre amarela.

 Os macacos NÃO são reservatórios da doença! Nos macacos, o vírus se mantem por um curtíssimo espaço de tempo. Assim como o homem, não são considerados hospedeiros do vírus, pois adoecem e morrem por conta dessa infecção. 

Os reservatórios do vírus e responsáveis por sua manutenção na natureza são os mosquitos silvestres, os quais, podem transmitir o vírus para novos hospedeiros durante toda a sua vida (cerce de 30 dias)!

Ainda não é completamente conhecido o mecanismo pelo qual a doença pode percorrer extensões geográficas tão vastas




Os mosquitos são vetores-reservatórios (transmissores do vírus) e, embora não seja cientificamente comprovado, pessoas não vacinadas e infectadas pelo vírus, poderiam, em tese, transportar o vírus por grandes distâncias e contribuir para essa disseminação.

Quando os humanos estão vacinados, não adoecem e também não contribuem para o deslocamento do vírus. Isto ressalta a importância da vacinação preventiva para os moradores e para aqueles que forem se deslocar até áreas afetadas e/ou de risco, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde.

No caso dos mosquitos, as fêmeas podem passar o vírus para sua prole ainda no ovo; ou seja, o mosquito pode já nascer com o vírus da febre amarela, sem a necessidade de picar um hospedeiro (pessoa ou animal) infectado para adquiri-lo.


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Do original e o blog ALAGOAS REAL
FONTE : Sociedade Brasileira de Primatologia




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